domingo, 6 de março de 2016

Rota do Românico: Mosteiro de São Martinho de Mancelos


Menos interessante do ponto de visto arquitectónico que outros lugares que visitámos nesse fim-de-semana (este, por exemplo) mas ainda assim vale a pena lá passar. O sossego e o som da água a correr transmitem uma sensação de tranquilidade que me soube muito bem experimentar. A água, essa, brota cristalina de duas fontes, uma de cada lado da entrada do largo do Mosteiro de São Martinho de Mancelos (do início do sec. XII). Apesar de ser domingo, as portas estavam fechadas. Não conseguimos ver por dentro.






domingo, 14 de fevereiro de 2016

Carnaval de Torres Vedras


O tema este ano do Carnaval de Torres foi  "Figuras e Figurões". E que belas figuronas se passearam nas ruas de Torres no domingo de carnaval. 

Este ano não fui assistir aos dois desfiles que mais gosto: o das escolas na sexta de manhã e o corso trapalhão no sábado à noite. 

Para o ano tenho que me organizar melhor para não falhar nenhum deles! :)

Miss Piggy e Cocas

101 Dálmatas

101 Dálmatas 

Barbies

Barbies com caixa e tudo!

Agostinhos

Branca de neve e os 7 anões

Yogurt Time!

Quim Barreiros

Super Mario


Mínimos

Não podia faltar uma selfie...

Estes estão no "trono"




terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Rota do Românico: Igreja de São João Baptista de Gatão


Seguindo a Rota do Românico, uns quilómetros afastado da Igreja de Santo André de Telões está a Igreja de São João Baptista de Gatão. Pensa-se que será também do século XIII, uma vez que consta do Catálogo de todas as Igrejas de 1320 (reinado de D. Dinis).

Como todas as igrejas românicas, a sua traça é muito simples e tem muito poucas decorações. Encontrei apenas um pequeno detalhe por cima do pórtico do átrio. Faz-me lembrar um rosto de mulher com dois grandes brincos! :)

A Igreja estava fechada e não a pudemos ver por dentro.


detalhe sobre o pórtico

a vista do campanário


domingo, 7 de fevereiro de 2016

Rota do Românico: Igreja de Santo André de Telões




Como sempre as nossas viagens são feitas sem planos. Escolhemos a região (sem grande pesquisa...), marcamos hotel (quase sempre) e lá vamos nós. Uma vez chegados, falamos com os locais e vamos à procura das suas sugestões ou então, como aconteceu desta vez, encontramos qualquer coisa que nos atraí e vamos espreitar.

Numa ida de fim-de-semana para a zona de Amarante encontrámos no hotel o pequeno desdobrável sobre a Rota do Românico. Guardei-o mas não lhe dei muita atenção. Após o pequeno-almoço decidimos ir visitar Amarante (que eu só conhecia de lá passar no autocarro a caminho de Vila Real). A meio vimos uma tabuleta castanha (das que indicam os monumentos) da Rota do Românico, com a indicação de Igreja de Santo André de Telões. "Vamos espreitar?", pergunta um; "Vamos!" responde o outro. E lá desviámos caminho.

Fiquei encantada com esta pequena igreja do século XIII implantada num largo bem recuperado com casas de traça original para o que conheço da arquitectura portuguesa.

Com uma tão boa experiência inicial, o folheto da rota do românico tornou-se o nosso guia deste fim-de-semana de Janeiro. Visitar Amarante... ficou para bem mais tarde... mesmo antes do regresso a casa!







quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Pão de Ló de Alfeizerão



A mãe fez anos! As mães também fazem anos!! A minha, nos últimos anos, tem aproveitado para partilhar este dia do outro do lado do Atlântico! Faz ela bem! Este ano ficou por cá. Voltámos a tê-la aqui juntinho de nós no seu dia.

Eu preparei-lhe este Pão de Ló de Alfeizerão. Estava bom, muito bom. A receita tirei-a de um dos livros de cozinha que mais gosto, este.

(Tenho este post nos meus drafts deste Abril de 2013, não o postei... não terminei a receita e esqueci-me completamente dele. Esqueci-me também que já fiz um Pão de Ló de Alfeizerão! Mesmo com quase dois anos de atraso decidi "postá-lo", inalterado*. :) Para que eu não me esqueça pois é tão fácil esquecer mesmo coisa que nós pensamos que não esquecemos...)


*apenas com uma alteração... terminei de copiar a receita. :)

Pão de Ló de Alfeizerão

(receita integralmente retirada de "Cozinha Tradicional Portuguesa" de Maria de Lourdes Modesto, pag. 220)


6 claras
2 ovos inteiros
100 gr de açúcar
50 gr de farinha

Batem-se os ovos inteiros com o açúcar e, quando a mistura estiver esbranquiçada, juntam-se, a pouco e pouco, as gemas desfeitas. Bate-se tudo durante mais 20 mins com batedor manual :) ou 10 minutos com batedor eléctrico. Sem bater, juntas-se a farinha bem peneirada.
Deita-se a massa numa forma de folha ou de barro forrada com um papel grosso. Tapa-se com uma folha do mesmo papel. Leva-se a cozer em forno bem quente (225ºC) durante 10 minutos.
Retira-se do forno e desenforma-se. Come-se no dia seguinte.


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Quintas das Conchas


Domingo de manhã passeando na Quinta das Conchas, em Lisboa.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Fernando Botero



Gosto muito da obra de Fernando Botero. Gosto da pintura. Gosto da escultura. Gosto da forma como ele olha as pessoas à lupa e como as representa vistas por essa lupa.

Conheço em Lisboa duas esculturas de Botero. Uma delas tenho a sorte de ter mesmo à porta de casa. Ela chama-me sempre quando passo ao lado. A outra, Maternidade, está no centro de Lisboa, no Jardim Amália Rodrigues, por cima do Parque Eduardo VII.