domingo, 7 de fevereiro de 2016

Rota do Românico: Igreja de Santo André de Telões




Como sempre as nossas viagens são feitas sem planos. Escolhemos a região (sem grande pesquisa...), marcamos hotel (quase sempre) e lá vamos nós. Uma vez chegados, falamos com os locais e vamos à procura das suas sugestões ou então, como aconteceu desta vez, encontramos qualquer coisa que nos atraí e vamos espreitar.

Numa ida de fim-de-semana para a zona de Amarante encontrámos no hotel o pequeno desdobrável sobre a Rota do Românico. Guardei-o mas não lhe dei muita atenção. Após o pequeno-almoço decidimos ir visitar Amarante (que eu só conhecia de lá passar no autocarro a caminho de Vila Real). A meio vimos uma tabuleta castanha (das que indicam os monumentos) da Rota do Românico, com a indicação de Igreja de Santo André de Telões. "Vamos espreitar?", pergunta um; "Vamos!" responde o outro. E lá desviámos caminho.

Fiquei encantada com esta pequena igreja do século XIII implantada num largo bem recuperado com casas de traça original para o que conheço da arquitectura portuguesa.

Com uma tão boa experiência inicial, o folheto da rota do românico tornou-se o nosso guia deste fim-de-semana de Janeiro. Visitar Amarante... ficou para bem mais tarde... mesmo antes do regresso a casa!







quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Pão de Ló de Alfeizerão



A mãe fez anos! As mães também fazem anos!! A minha, nos últimos anos, tem aproveitado para partilhar este dia do outro do lado do Atlântico! Faz ela bem! Este ano ficou por cá. Voltámos a tê-la aqui juntinho de nós no seu dia.

Eu preparei-lhe este Pão de Ló de Alfeizerão. Estava bom, muito bom. A receita tirei-a de um dos livros de cozinha que mais gosto, este.

(Tenho este post nos meus drafts deste Abril de 2013, não o postei... não terminei a receita e esqueci-me completamente dele. Esqueci-me também que já fiz um Pão de Ló de Alfeizerão! Mesmo com quase dois anos de atraso decidi "postá-lo", inalterado*. :) Para que eu não me esqueça pois é tão fácil esquecer mesmo coisa que nós pensamos que não esquecemos...)


*apenas com uma alteração... terminei de copiar a receita. :)

Pão de Ló de Alfeizerão

(receita integralmente retirada de "Cozinha Tradicional Portuguesa" de Maria de Lourdes Modesto, pag. 220)


6 claras
2 ovos inteiros
100 gr de açúcar
50 gr de farinha

Batem-se os ovos inteiros com o açúcar e, quando a mistura estiver esbranquiçada, juntam-se, a pouco e pouco, as gemas desfeitas. Bate-se tudo durante mais 20 mins com batedor manual :) ou 10 minutos com batedor eléctrico. Sem bater, juntas-se a farinha bem peneirada.
Deita-se a massa numa forma de folha ou de barro forrada com um papel grosso. Tapa-se com uma folha do mesmo papel. Leva-se a cozer em forno bem quente (225ºC) durante 10 minutos.
Retira-se do forno e desenforma-se. Come-se no dia seguinte.


terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Quintas das Conchas


Domingo de manhã passeando na Quinta das Conchas, em Lisboa.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Fernando Botero



Gosto muito da obra de Fernando Botero. Gosto da pintura. Gosto da escultura. Gosto da forma como ele olha as pessoas à lupa e como as representa vistas por essa lupa.

Conheço em Lisboa duas esculturas de Botero. Uma delas tenho a sorte de ter mesmo à porta de casa. Ela chama-me sempre quando passo ao lado. A outra, Maternidade, está no centro de Lisboa, no Jardim Amália Rodrigues, por cima do Parque Eduardo VII. 



segunda-feira, 18 de maio de 2015

Workshop de aguarela

Foi assim que passei parte deste fim-de-semana. :)


O workshop foi dado pela Rita que partilhou connosco as suas experiências nestas andanças do "sketching" e da sua ligação aos Urban Sketcher Portugal. Desafiei a minha amiga C para ir comigo. Isto a dois é sempre mais divertido! Vejam o post dela.

Mana, lembrei-me de ti o tempo todo!




No domingo após um belo almoço com amigos peguei na caneta 0.37 e no caderninho que anda sempre na minha mala.



sexta-feira, 24 de abril de 2015

Lisboa à tarde


Uma boa limonada bem acompanhada!

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Ilustrarte 2014: Carmela Mayor



As ilustrações que misturam técnicas chamam sempre a minha atenção. Em 2012 gostei bastante do trabalho da Annalisa Bollini. Na última edição da ilustraste fui atraída pelo trabalho de uma artista bem diferente, a Carmela Mayor.

Estas são ilustrações do livro "El arca de No-es". A Carmela Mayor adverte logo no início da sua página sobre o livro "Esto no es un libro. Esto es un antídoto contra el aburrimiento". :)